No texto anterior eu escrevi sobre uma justiça personalizada, onde o indivíduo pudesse receber reparação pessoal e na mesma proporção que o mal lhe feito. Citei especificamente a mãe da garota paulista assassinada pelo marginal namorado. Pleitiei o direito desta mãe a justiçar por si mesma, a filha perdida. Agora a coisa complicou, ao que parece, o destino é melhor justiceiro que "nós outros".
Sabe lá quantas vezes esta mulher não pediu pelo marido, pior bandido que o próprio assassino da filha? Quantas vezes ela não disse aos filhos que era preciso enganar e esconder para preservar um homem que trouxe dor a muitos outros?
Nosso destino é como nossa própria sombra, basta uma luzinha e ela aparece.
Fábulas, a moral das histórias:
- -Que calor, este verão de 2005 vai ser o pior de Nova Orleans. Eu daria tudo por um ventinho e uma chuva!
- -Ele reza para ganhar na Mega Sena já que não tem pernas e ninguém o quer. Ganha e, embriagado de grana , consegue uma mulher e tanto, tanto sem vergonha quanto cafajeste. Ela paga um assassino e o prêmio paga um lindo funeral.
- -A avó conformada, reza baixinho para que a criança, pelo menos, nasça parecida com o pai desconfiado. Ela nasce a cara do pamonha (ufa), mas e o caráter, será duvidoso como o da mãe biscate?
- -Para a gerente, ela é uma concorrente direta e precisa ser demitida. Ela só precisou dum pouco deste tempo sobrando, para ser aprovada num dos melhores concursos do país.
- -Nós somos a maior nação do planeta, podemos fazer tudo que quisermos, nada nos confrontará. Se ninguém é maior, então só nós mesmo nos derrotaremos. Feito.

3 comentários:
até q podia ser d otr cor!!!!!!!!!!!!1
Quem, o que, o Katrina, o funeral, o pai desconfiado, a gerente traíra ou os EEUA? A foto?
PAMONHA, PAMONHA, PAMONHA!!!!!!
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